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AIDS e legalidade…

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A relação entre as pessoas e a justiça deve se basear no princípio de inonomia perante a Lei

O presente tra­balho tem por ob­jet­ivo traçar um paralelo entre o mo­vi­mento do direito al­tern­at­ivo e o mo­vi­mento das pess­oas sor­o­pos­it­ivas e doentes de AIDS.

Para nos desin­cumbirmos desta tarefa util­iz­are­mos como ref­er­en­cial a “Ti­po­lo­gia para Prátic­as Jurídicas Orgânicas” ap­resenta­das por Ed­mundo Lima de Ar­ruda Júni­or, na obra Direito Mod­erno e Mudança So­cial.

Con­com­it­ante­mente, esboçare­mos uma análise do mo­vi­mento no sen­tido de:

  • a) efetivar o jur­idic­a­mente in­stituído;
  • b) tran­scend­er o in­stituído e
  • c) in­stituir as reivin­dicações inéditas da so­ciedade na luta con­tra a epi­demia de HIV/AIDS.

Par­ti­mos do pres­suposto que a efetivação dos direit­os das pess­oas vivendo com HIV/AIDS e de grande par­cela da pop­ulação é es­sen­cial para o su­cesso dos pro­gra­mas de pre­venção e con­trole da epi­demia.

HIPÓTESE CENT­RAL

A hipótese cent­ral é que a ti­po­lo­gia em análise cor­res­ponde a uma es­tratégia política re­defin­idora da guerra de posição den­tro da instância jurídica, capaz de: a) efetivar direit­os das pess­oas com HIV/AIDS; e b) pos­sib­il­it­ar a im­ple­mentação de polític­as de pre­venção à epi­demia que den­tro da visão clássica dos op­eradores jurídi­cos en­con­tram vedação leg­al.
Pre­ten­demos ainda, demon­strar a lim­itação do paradigma lib­er­al/leg­al em solu­cion­ar mui­tos dos prob­lemas advin­dos da epi­demia de HIV/AIDS.

Paralela­mente, esboçare­mos rápida ap­resentação dos prob­lemas, de­safios e soluções en­frenta­dos pelo mo­vi­mento.

LEG­AL­ID­ADE SONEG­ADA

Em face a re­in­terada sonegação de direit­os civis, políti­cos e so­ci­ais as pess­oas sor­o­pos­it­ivas e doentes de AIDS, a efetivação do jur­idic­a­mente in­stituído, con­stitui-se como a prin­cip­al es­tratégia na luta con­tra a “ter­ceira epi­demia“, que não cor­res­ponde a con­tam­inação pelo vírus e a pro­gressão da doença, mas sim pelas re­s­pos­tas ex­cludentes e dis­crim­in­atóri­as da­das pelas so­ciedade civil e política.

Aqui, ao con­trário da ti­po­lo­gia ap­resentada, nem se trata de dar efet­ivid­ade ao con­junto de dis­pos­it­ivos con­stitu­cion­ais de teor pro­gressista, mas tão somente de garantir a eficácia so­cial da le­gislação in­fra­con­stitu­cion­al.

Neste pla­no a ra­cion­al­id­ade jurídica “ofi­cial” não dá, ainda, sinais de es­got­a­mento com­pleto e tem pos­sib­il­it­ado, por ex­em­plo, o acesso gra­tuito a medic­a­men­tos (“coquetel”), cober­tura de pla­nos de saúde, re­in­tegrações ao emprego, acesso a lei­tos hos­pit­al­ares etc.

No caso do acesso aos nov­os medic­a­men­tos, é in­teress­ante not­ar que o mo­vi­mento político/jurídico das pess­oas sor­o­pos­it­ivas, doentes de AIDS e ONGs pas­sam a ser­vir como paradigma a out­ras pato­lo­gi­as (dis­tro­fia mus­cu­lar, dia­bete rara etc.) que também de­man­dam ju­di­cial­mente o Es­tado, alar­gando o le­que de pess­oas favore­ci­das com as de­cisões ju­di­ci­ais e acesso a saúde.

O poder ju­diciário que his­tor­ica­mente tem se pautado por de­cisões con­ser­vador­as e omis­sas (ca­ra­c­terística de poder de não de­cisão), passa a re­con­hecer tal direito dando efet­ivid­ade prática ao art. 6° da Lei do SUS e a Lei nº 9.016/96 que as­se­gura “as­sistência terapêutica in­teg­ral, in­clus­ive far­macêutica“.

Não ob­stante é ne­cessário não re­stringir a cid­adania das pess­oas vivendo com HIV/AIDS a um monte de caix­in­has de remédio.

Outrossim, o paradigma lib­er­al/leg­al dá sinais de es­got­a­mento para di­men­sion­ar di­ver­sos prob­lemas sus­cit­a­dos pela epi­demia de HIV/AIDS.

Como ex­em­plo po­demos apon­tar forte tendência do Direito Pen­al em re­sponsab­il­iz­ar as pess­oas com HIV/AIDS pela pro­pagação da epi­demia, re­l­eg­ando o descaso do poder público e da própria so­ciedade civil em cri­ar pro­gra­mas de con­trole e pre­venção da epi­demia.

O es­got­a­mento do mod­e­lo também pode ser sen­tido na di­ficuldade em tratar de questões novas, mor­mente de uma epi­demia que passa a exi­gir re­s­pos­tas rápi­das e bastante com­pl­exas à grande par­cela da so­ciedade.

Se é bem ver­dade que a so­ciedade como um to­do tem tido di­ficuldades em con­viver com a AIDS, o Ju­diciário tem demon­strado quão lim­it­ado, pre­con­ceitu­oso e pou­co sus­cetível de desen­volver um sen­tido crítico mais acurado, o que ser­ia o mínimo de se es­per­ar de um poder, de certa forma, elit­iz­ado.

As­sim, Juízes de­term­in­aram a perda da guarda do filho à mãe que após a sep­aração foi mor­ar com o filho na casa do tio sor­o­pos­it­ivo sob a alegação de risco à saúde da cri­ança (SP); Tribunais exi­giram teste anti-HIV como re­quisito ao in­gresso na ma­gis­tratura (SC); Juízes da Vara da Infância e Ju­ven­tude vêm (até ho­je) exi­gindo, (nem se sabe se a re­quer­i­mento das partes ou se por im­pulso ofi­cial) a test­agem com­pulsória em cri­anças como re­quisito para a adoção; Juízes neg­aram lim­in­ares vis­ando acesso a medicação im­portada ao fun­da­mento de que o autor iria mais cedo ou mais tarde mor­rer (RS); Pro­curador do Es­tado con­test­am ações al­egando que as pess­oas vivendo com HIV/AIDS con­stituem um perigo à so­ciedade e port­anto, não são dig­nas de ter acesso à saúde (RS); mui­tos op­eradores jurídi­cos se­quer sabem dis­tin­guir a difer­ença entre uma pess­oa sor­o­pos­it­iva e uma com AIDS, o que in­eg­avel­mente, tem re­per­cussões jurídicas rel­ev­antes (SC) etc.

E as­sim, se o Poder Ju­diciário con­segue di­men­sion­ar questões básicas como acesso à medicação, pla­nos de saúde etc, tem se demon­strado in­eficaz em tratar, por ex­em­plo, de questões re­lativas a test­agem com­pulsória em gest­antes, na adoção, em presídi­os etc.

Voltando à ti­po­lo­gia da leg­al­id­ade soneg­ada, parece cor­reto apon­tar o seguinte para­doxo:

O Poder Ju­diciário e o próprio Direito, apesar da cres­cente ra­cion­al­ização da so­ciedade e da tendência das relações so­ci­ais se tor­n­ar­em em relações de per­das, danos e in­den­izações, alar­gando o pa­pel do direito como forma de con­trole so­cial, a in­stituição passa a per­der este pa­pel, sendo par­cial­mente su­plantado pela mídia e out­ras formas de con­trole não co­er­cit­ivos também re­sponsáveis pelas própri­as formas de de­nom­inação da doença e con­strução so­cial da epi­demia (a cat­egor­ia do aidético, por ex­em­plo).

Outrossim, não se pode deix­ar de rela­cion­ar no tipo em apreço a in­ter­ligação entre o jurídico, político e o econômico, no sen­tido de que a eficácia do or­de­na­mento não de­pende tão somente do direito mas, de condições ex­trajurídicas que pos­sib­ilitem um direito justo.

LEG­AL­ID­ADE REL­IDA

Hipótese:

O tipo da leg­al­id­ade rel­ida, loc­al priv­ile­gi­ado da her­menêutica al­tern­ativa (en­quanto pos­tura política coletiva), pos­sib­il­ita a con­secução de es­tratégi­as de pre­venção eficazes ao HIV/AIDS e a efetivação do direito à saúde, que não seri­am possíveis den­tro de uma leitura clássica dos op­eradores jurídi­cos.

O que está muito claro na ti­po­lo­gia ap­resentada é o fato de so­ciedade ver­dadeira­mente demo­crática exi­gir um tra­balho de artes­ania política vis­ando uma per­man­ente re­in­venção simbólica.

A es­tratégia pos­sib­il­ita aos juris­tas ques­tion­ar­em não só como o direito é mas como de­ve e como não de­ve ser.

É nesse campo que ocorre o res­gate da técnica como forma cri­ativa de aprimora­mento do direito, vis­ando a efetivação de direit­os so­ci­ais e pos­sib­il­id­ade de im­ple­mentação de polític­as pública de pre­venção.

As­sim, como na ti­po­lo­gia pro­posta, en­ten­demos que para o mo­vi­mento das pess­oas vivendo com HIV/AIDS este é um pla­no bastante com­plexo e de grande re­per­cussões prátic­as na efetivação de direit­os so­ci­ais e na im­ple­mentação de polític­as públicas de pre­venção.

No campo do mo­vi­mento das pess­oas sor­o­pos­it­ivas, doentes de AIDS e usuári­os de dro­gas dois ex­em­plos dão nota da im­portância da es­tratégia:

  • A ne­cessid­ade de im­plantar pro­gra­mas de pre­venção da epi­demia em usuári­os de dro­gas com dis­tribuição de serin­gas e den­tro de presídi­os, a dis­tribuição de hip­lo­clorito de sódio (forma de limpar serin­gas), que den­tro da visão clássica, en­con­tra óbice leg­al.
  • É ne­cessário, senão fun­da­ment­al dizer aos ouvidos sur­dos dos op­eradores jurídi­cos (Min­istério Público) que a util­ização de dro­gas vai se dar com ou sem serin­gas con­tam­in­adas e que as es­tratégi­as de re­cu­peração de usuári­os de dro­gas tem en­con­trado pou­ca eficácia prática, mor­mente no mod­e­lo re­press­ivo, sis­tema que se auto re­produz ideológica e ma­ter­i­al­mente, Im­port­ante ainda sa­li­ent­ar que as es­tratégi­as de redução de danos vem acom­pan­ha­das de polític­as de trata­mento ao uso ex­cess­ivo de dro­gas.
  • O agrava­mento da dis­sem­inação da epi­demia de HIV/AIDS dentre a pop­ulação indígena e o apar­ente óbice leg­al da dis­tribuição de pre­ser­vat­ivos em re­ser­vas, ante a le­gislação que proíbe qualquer adoção de méto­dos con­tra­ceptivos nestes grupos so­ci­ais.
  • Tal fato demon­stra a ne­cessid­ade de uma con­strução simbólica que pos­sib­ilite, ou ao menos não ob­ste, os tra­bal­hos de pre­venção da epi­demia de HIV/AIDS.

Po­demos ainda fazer uma rápida relação entre o pla­no da leg­al­id­ade rel­ida, os mod­e­los de pre­venção a epi­demia, e os ti­pos weberi­anos ideais da “ética da con­vicção” e “ética da re­sponsab­il­id­ade”.

Ao primeiro mod­e­lo de­nom­inado re­press­ivo at­ribuímos cor­res­pondência com a “ética da con­vicção”, em que as soluções ap­resenta­das voltam-se ex­clu­siva­mente aos fins, ou seja, to­das as me­di­das possíveis de­vem ser toma­das vis­ando a pre­venção da epi­demia, ainda que vi­ol­em direit­os hu­manos e não rara­mente se­jam des­tituídas de eficácia prática.

Neste mod­e­lo, po­dem ser ad­miti­das as test­a­gens com­pulsóri­as como condição de in­gresso em out­ros países (ainda que estes países ten­ham o maior número de pess­oas sor­o­pos­it­ivas no mundo), polític­as de isol­a­mento, test­a­gens man­datóri­as em usuári­os de dro­gas, gest­antes, cri­anças a ser­em ad­ot­a­das, presidiári­os etc.

Tais polític­as, pare­cem ter cor­res­pondência com um mod­e­lo to­talitário de so­ciedade onde as soluções, ba­sica­mente, são con­sub­stan­cia­das em leis penais mais sev­er­as.

Im­port­ante not­ar que mui­tos dos pen­alis­tas atuais vêm tipi­fic­ando a trans­missão do­losa do HIV como tent­ativa de hom­icídio e até hom­icídio con­sumado.

Pos­tura teórica que nem de longe solu­ciona o prob­lema da epi­demia.

Aliás as de­man­das dos grupos so­ci­ais por cid­adania na so­ciedade brasileira vem sendo acom­pan­ha­das de um forte mod­e­lo pen­al repressor, como por ex­em­plo, nos casos dos tra­bal­hadores sem terra.

Da mesma forma, as de­man­das das pess­oas vivendo com HIV/AIDS têm sido rep­rim­i­das sob a cat­egor­ia do manto do “aidético que do­losamente trans­mite a doença“.

O mod­e­lo dito lib­er­al pode ser rela­cion­ado com a “ética da re­sponsab­il­id­ade” onde as ações pautam-se pela ob­servância de direit­os hu­manos, re­con­he­ci­mento da di­ver­sid­ade e plur­al­id­ade de sujei­tos, a val­or­ização do emo­cion­al em face a simples in­formação etc.

A pre­venção da epi­demia, neste mod­e­lo, está rela­cion­ada a um pres­suposto maior, não só de ob­servância, mas de efetivação de direit­os so­ci­ais das pess­oas com HIV/AIDS e de grande parte da pop­ulação.

As­sim, como a ti­po­lo­gia weberi­ana os mod­e­los ap­resentam natureza ideal e po­dem ser vis­tos se inter-rela­cion­ando, in­clus­ive sim­bol­ica­mente, entre os di­ver­sos atores so­ci­ais na con­strução so­cial da epi­demia.

AIDS e LEG­AL­ID­ADE SONEG­ADA

É o campo de luta por uma ad­equação mínima entre ra­cion­al­id­ade form­al e ma­ter­i­al, bem como pela efetivação das reivin­dicações inéditas da so­ciedade, na luta con­tra a opressão e ex­clusão so­cial.

Sustenta Ed­mundo Ar­ruda Jr. que “há nítido ir­ra­cion­al­ismo quando o form­al­ismo é ex­acerbado sem efetiva sat­isfação de de­man­das so­ci­ais, a começar por emprego, pois o tra­balho é condição primeira de cid­adania, na fe­l­iz idéia de Tar­so Genro“.

Não duvidamos que do divórcio entre ra­cion­al­id­ade ma­ter­i­al e form­al ex­surge ver­dadeiro ir­ra­cion­al­ismo do sis­tema.

Dis­cor­damos, no en­t­anto, dos autores ao eleger o tra­balho como condição primeira de cid­adania.

Em vista da di­ficuldade de es­tabele­cer uma es­cala de valores e ne­cessid­ades váli­das uni­ver­sal­mente, en­ten­demos que de nada vale a garantia aos valores so­ci­ais do tra­balho se tal direito não pode ser ex­er­cido.

As­sim, ele­ge­mos a saúde como pres­suposto básico para o ex­ercício do tra­balho.

Parece-me que a própria idéia de eleger o tra­balho como cat­egor­ia cent­ral de­nun­cia, com to­do o re­speito, a ex­pres­siva obra dos autores, uma su­per­val­or­ização dos pro­cessos produtivos e in­dus­tri­ais em det­ri­mento da saúde e da própria ex­istência hu­mana.

Re­tor­nando a ti­po­lo­gia da leg­al­id­ade soneg­ada, ela cor­res­ponde, de certa forma, à ne­cessid­ade da rad­ic­al­ização da demo­cra­cia en­quanto val­or uni­ver­sal.

Não a demo­cra­cia rep­res­ent­ativa, mera­mente form­al, baseada na cer­teza e se­gur­ança jurídica, mas como sen­tido do produto de con­fli­tos so­ci­ais e res­istência à produção de uma sub­jet­ivid­ade que padron­iza, estig­mat­iza e an­ula.

Na leg­al­id­ade soneg­ada a demo­cra­cia pode ser vista como criação in­cess­ante de nov­os direit­os e a su­peração de lim­ites da so­ciedade.

En­ten­demos, ainda, não ser possível centrar nos mo­vi­men­tos so­ci­ais a re­sponsab­il­id­ade por uma nova ra­cion­al­id­ade eman­cip­atória.

Não ob­stante, não se pode deix­ar de re­con­hecer estes mo­vi­men­tos como re­sponsáveis por uma es­tratégia de rad­ic­al­iz­ar o jogo demo­crático.

Neste sen­tido a vitória das pess­oas sor­o­pos­it­ivas e doentes de AIDS na lib­eração do AZT, criação de redes de direit­os hu­manos, acesso a medic­a­men­tos, red­i­men­siona­mento da relação médico-pa­ciente, criação de uma política de dro­gas baseado na redução de danos etc.

En­tretanto, ho­je em dia as­siste-se pro­cesso de “co­optação” pelo Es­tado de an­ti­gas lid­er­anças e pess­oas sor­o­pos­it­ivas que pas­sam a tra­bal­har nos pro­gra­mas mu­ni­cipais de DST/AIDS, com vitóri­as im­port­antes para o mo­vi­mento.

Por fim, a im­portância dos mo­vi­men­tos so­ci­ais não reside tão somente na efetivação de direit­os, mas na ne­cessária criação de uma sub­jet­ivid­ade autônoma, res­ist­ente à mas­sificação so­cial.

Daí, a força dos mo­vi­men­tos de base comunitária na cir­culação de uma sin­gu­lar­id­ade e sub­jet­ivid­ade, trans­gressores dos mecan­is­mos re­press­ivos de iden­tidade cul­tur­al.

As­sim, se é bem ver­dade que neg­amos uma ra­cion­al­id­ade eman­cip­atória in­er­ente aos mo­vi­men­tos so­ci­ais é ne­cessário enxergar, al­guns destes mo­vi­men­tos como pon­tos de rup­tura do mod­e­lo de per­son­al­id­ade dom­in­ante.

As­sim, se é fun­da­ment­al as­se­gur­ar o tra­balho às pess­oas sor­o­pos­it­ivas e doentes de AIDS, da mesma forma é ne­cessário fazer cir­cu­lar seus dese­jos e de­man­das so­ci­ais, re­con­stru­indo a cara da epi­demia e des­tas pess­oas tão estig­mat­iz­a­das.

Sandro Sardá.

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Este este breve manifesto tem a finalidade de obter, conforme me explicou uma pessoa muito amada num passado agora distante, a “justeza das coisas”, porque, conforme ela ensinou-me, ao pedir por justiça insistentemente ela poderia vir e, em verdade, sem a presença da Justiça eu já tenho sofrido um bocado e, sempre segundo ela, eu já sofria o bastante para não ter minhas feridas ainda mais abertas e expostas e, segundo uma figura mítica, que eu não acabe exposto no alto de uma montanha aguardando a águia que todos os dias viria comer um leve bocado de meu fígado(...).

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É, sim, eu sou este da foto, com esta cara de psicopata de fime do Hitchcock. A despeito da opinião de algumas pessoas, eu mostro meu rosto sim. Inicialmente porque sou portador de HIV e isso não está inscrito na constituição ou no Código Penal como crime. Não sou criminoso e não tenho porque me esconder. Esconder-se é mais ou menos a atitude do avestruz que, sem saber lidar com as coisas, enfia a cara num buraco no chão. E, infelizmente isso agrava o preconceito contra nós simplesmente porque não somos vistos como realmente somos. Somos pessoas. Produtivas, quando nos deixam trabalhar, e muito vivazes. Nós amamos, almoçamos, alguns de nós dançam; a dança, para mim, é um prazer dos olhos. Nós, pessoas soropositivas, não diferimos em nada de vocês, sorointerrogativos. Porque qualquer pessoa que tenha tido uma relação sexual desprotegida e não fez o teste é sorointerrogativa. Eu vivo com HIV desde 1994 e me lembro bem de ter ouvido o “profissional de saúde” que me deu o resultado, ter dito que eu teria seis meses de vida. Deus sabe como me senti. Tomei AZT numa dose de seis comprimidos a cada 4 horas e tinha de ter o sono interrompido para tomar esta coisa e vomitava muito por conta dele. Ai decidi que se era para morrer, que eu morresse sem vomitar e parei de tomar o AZT. Como não vivi uma vida normal, não tinha amigos verdadeiros e acabei indo morar numa casa de apoio. Lá, onde eu era só un dado estatístico, eu não tinha permissão para procurar emprego e, por um tempo, para não enlouquecer, servi como voluntário no CRTA quando ele ainda era na Rua Antônio Carlos. Ali, tive o privilégio e a honra de servir muitas pessoas e fiz alguns amigos. Infelizmente, por isso, carreguei muitos deles até o túmulo e, a cada pá de terra que caia, eu me perguntava quando seria a minha vez, numa bárbara e funesta expectativa. Os seis meses se passaram e eu, como esta visto, não morri. Ai comecei a lutar de verdade pela vida e, em 1996, surgiu o coquetel. Como naquela época pouco se sabia sobre tudo isso, eu tive de entrar com a medicação que, anos mais tarde, eu soube não ter indicação clínica para usá-los. Vivi um bom tempo sem precisar dos antirretrovirais. Mas tudo isso não foi um caminho suave. Tive duas embolias pulmonares, deixei de contar as pneumonias quando cheguei à oitava; tive um enfarto, duas meningites, tornei-me obeso mórbido, chegando aos espantosos, monstruosos e inacreditáveis 147 Kg. Por isso eu passei, três anos atras, uma cirurgia bariátrica e, desde então, eliminei cinquenta e sete quilos. Hoje, peso 89,5Kg. Mantenho este site há catorze anos e, de maneira diversa a de outras pessoas, eu nunca tive apoio financeiro ou logístico de ninguém ou de qualquer “mega-editora”, com exceção de um período de dois anos, nos quais eu fui membro da Ashoka Empreendedores Sociais. ashoka Mas o meu tempo lá acabou e se tem uma coisa que eu não espero, é receber ajuda de quem quer que seja, reconhecendo, todavia, que isso pode se relativamente possível e, se acontecer, terá sido mais um dos grandiosos milagres que Deus, que tem operado uma miríade deles (os milagres) comigo. Eu faço planos para vier até os noventa anos e quero que isso se dê ao lado da minha esposa, que eu amo com todas as fibras e células do meu corpo, com todo o meu entendimento e todo o meu coração. cidex Além disso, vivo, como já disse. mais dos milagres que Deus faz, do que dos resultados concretos de meus planos infalíveis para ganhar dinheiro; eu já tentei ganhar a vida hospedando sites, o que é uma briga de cachorro grande; depois, fazendo sites; contudo, as pessoas querem muito um site mas, infelizmente, elas querem sites por R$ 300,00 e eu prefiro a morte a trabalhar de graça para qualquer muquirana que tem “um sobrinho que faz até por menos”, mandei muita gente ao Diabo por conta disso e, hoje, tenho um pequeno e relativamente promissor de negócio de venda de equipamentos e peças para computadores no Mercado Livre, que você pode ver aqui, neste link . Para ser completamente honesto, não sei como pude manter soropositivo.org, às vezes pagando US$ 500,00 por mês num servidor dedicado, pois foram inúmeras as vezes em que fui convidado a retirar meu site da hospedagem compartilhada, pois meu site consumia muitos recursos; de um mês para cá eu reduzi as despesas para US$ 99,00 por ano; seria isso ou o site sairia do ar. De fato ele consumia; hoje, depois de uma média de visitaçã que girava em torno de 100.000 visitantes únicos; hoje, por conta de alguns atos de censura prévia de um determinado site de buscas, tenho uma média de 1.200 por diA. Este site está traduzido para 58 idiomas em esquema de tradução automática, pela gtranslate.net, que me cobra quinze euros mensais pelo serviço, que eu pago, pois, com isso, eu consigo ajudar mais gente. Neste mesmo âmbito cheguei a pagar por publicidade no Facebook para obter um número maior de pessoas, sempre com a mesma finalidade. Hoje, não posso fazer isso mais. Contudo, a página, que você pode encontrar aqui (este link abre em outra aba de seu navegador, tem um pouco mais de 1.200 inscritos e há uma média de cinco novas adesões por dia. o que me alegra imensamente. Fica entre eu e Deus (uma antiga namorada me corrigia e dizia que a forma correta seria “entre eu e Deus”; coo não consigo dirimir a dúvida, deixo pela forma que eu sinto, e posso estar equivocado, pensando que seja lá como for, Deus não se importaria, posto que Ele tem mais apego à ação do que à forma. Não importa. Até um ano atrás eu seria considerado pelos padrões elitistas desta sociedade ridícula (especialmente esta aqui de São Paulo) como um “semi-analfabeto”; tudo começou a mudar quando eu passei num processo seletivo para trabalhar na Dell e não tinha, porque saí de casa aos doze anos, no afã de escapar às pancadas distribuídas, a torto e a direito, sobre mim, por meu pai, o certificado do segundo grau; perdi a vaga, chorei, senti-me punido por algo que nem sabia o que era, pensei em falsificar um comprovante, ms minha esposa me disse que isso seria fraude e, felizmente, eu já não morava na rua e nem estava, como não estou mesmo, passando fome; contudo, resolvi me qualificar. tudo isso foi na ocasião em que Francisco, o papa, foi consagrado Bispo de Roma. Apesar de ter minhas reservas com a Igreja católica (eu vivi dentro de uma casa de apoia da Igreja e sei o que vi…) e qualquer outra, gosto da postura dele, que descontenta muita gene no “clero” do Vaticano (talvez seja por isso que eu gosto dele). Matriculei-me no ENCCEJA e no ENEM. Não estudei uma só linha e passei nos dois. A redação do Encceja levou uma nota de 710 de 1000 possíveis e a do Enem chegou a 890 de 1000 possíveis. Nos dois casos fui o primeiro a sair da escola. No caso do ENEM saí em pouco mais de três horas e meia. Aí me classifiquei e me matriculei na UNIFESP, no campus de Guarulhos para fazer letras/francês (isso porque sou auto-didata em inglês e nem penso em fazer isso que outras pessoas têm coragem de chamar de “cursinho de Inglês”. Infelizmente no primeiro ano do curso sofri um acidente com uma cadeira comprada na Tok Stok, cujo técnico confirmou que a cadeira veio “montada ao contrário” e, atualmente, estou preparando a papelada para eles me indenizarem. Tive de trancar a matricula na UNIFESP e a Tok Stok, num dia que pedi um carro para ir à faculdade, disse que não haveria adiantamentos (eu estava coma mão imobilizada, com pinos saindo dela e eles me recusaram isso; cavaram, assim, o esboço da própria sepultura). Eles ainda não sabem, mas se condenaram ao Inferno de Dante, porque eu o criarei para eles com requintes que nem Lúcifer usaria… Não é bem uma vingança. Digamos que, para eles, eu sou a Nêmesis. É só uma questão de justiça, afinal, ter de reconstruir o carpo e ouvir um médico respeitável me dizendo que minha mão não será, nunca mais, a mesma, é “soda”. Sou casado, e feliz, com uma mulher que Deus por em meu caminho pelo via mais improvável, provando a máxima que, para Deus, nada é impossível Sou o que sou. E, infelizmente (será?) isso incomoda muita gente e há, aqui e ali e alhures também, muita gente que me detesta e se incomoda comigo… Quer saber? Fodam-se eles todos. De preferência, com limalha de ferro!

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